Atendimento de crianças e adolescentes no Transtorno do Espectro Autista (TEA) usando Análise do Comportamento Aplicada (ABA) e Terapia Cognitivo-Comportamental adaptada. Avaliação neuropsicológica completa, acompanhamento terapêutico e orientação parental contínua.
Atendo no Recreio dos Bandeirantes (Vertice Mall) e em modalidade online para famílias em outras regiões. CRP 05/79764.
Espectro = variabilidade. Cada criança autista é única. Não existe "autismo leve": existem diferentes perfis, com diferentes necessidades de apoio.
Dificuldade de interação social recíproca, comunicação verbal ou não-verbal atípica, dificuldade em decifrar regras sociais implícitas.
Interesses muito intensos em poucos assuntos (também chamados de "interesses restritos"), comportamentos repetitivos (stimming), apego a rotinas.
Hiper ou hipossensibilidade a sons, luzes, texturas, cheiros. O que para outros passa despercebido pode ser sobrecarga real para a criança autista.
No estado do Rio de Janeiro, 214.637 pessoas têm diagnóstico de autismo declarado: 1,3% da população, acima da média nacional de 1,2%. Entre crianças de 5 a 9 anos o percentual fluminense chega a 2,8%. São dados do Censo 2022, o primeiro a perguntar sobre autismo no Brasil; a série completa e as ressalvas estão na página de números oficiais.
Padrão-ouro internacional para intervenção em TEA. Trabalha desenvolvimento de habilidades sociais, comunicação, autonomia e redução de comportamentos disfuncionais por meio de reforçamento e mensuração objetiva do progresso. Cada plano é individualizado.
Quando indicado (crianças verbais com habilidade cognitiva preservada), uso técnicas de TCC adaptadas à neurodivergência: apoio para regulação emocional, ansiedade frequentemente associada ao TEA, e construção de estratégias de enfrentamento.
Trabalho com TEA não é só técnica, é leitura clínica integrada. Tenho parentes próximos no espectro autista e cresci entre rotinas previsíveis, sobrecargas sensoriais e padrões que livros só descrevem em parte. Essa vivência somada à formação técnica em ABA, Neuropsicologia e TCC permite reconhecer sinais sutis e falar com famílias neurodivergentes sem clichês.
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